Distorcer os fatos é uma prática corriqueira na redação de uma revista que publica um extrato supondo que ele seja verdadeiro e que ele seja de determinada pessoa. O problema é que nem todos são retardados no país do Michel Teló. #
Reinaldo Azevedo confunde, em seu blog, uma operação previamente planejada com uma ação diária de controle de multidão. As agressões sofridas por um estudante no Piauí e por uma cozinheira, na Bahia, só mostram o despreparo da nossa polícia ao tentar controlar um grupo de manifestantes ou na hora de fazer a segurança de um evento. #
Diferente disso são as políticas de segurança pública. Em São Paulo está ocorrendo a higienização da região central da capital. Estão simplesmente removendo usuários de drogas da região da Luz sem ter um lugar definido para o tratamento dos mesmos. Vale lembrar que dependência química é doença e deve ser tratada como tal, não exclusivamente com polícia. #
Agressores já foram identificados #
O caso do Pinheirinho reforça a truculência da PM paulista. Vale lembrar que um em cada cinco assassinatos é cometido por um policial paulista. [Recomenda-se a leitura do livro Rota 66 - A história da polícia que mata do jornalista Caco Barcellos]. Ah! Sobre o Pinheirinho só me resta uma dúvida, por que a PM não deixou a imprensa entrar, se estava agindo dentro das leis? #
As diferenças no combate às drogas #
Independente de quem governa o estado é necessário uma investigação para punir os responsáveis pelos abusos. E volto a argumentar que nossa polícia precisa ser mais bem preparada de maneira geral, incluindo psicologicamente. Não é partidarizando o problema que vamos conseguir melhorar nossa segurança pública. #
Foto: Reprodução/ TV Bahia #

